30 de abril de 2010

O mundo é uma caixinha de surpresas


Estava relendo meus antigos posts e vejo como mudei.
Há 4 anos atrás eu era outra pessoa, eu não consigo pensar daquela forma mais, nem me vejo naquela pessoa e poxa são só 4 anos. Na época parei de tocar para me dedicar aos estudos da faculdade e os cursos que fazia como o de inglês e o estágio e hoje terminado a faculdade voltei para música de forma muito incisiva, estou estudando há 2 anos, 1 ano de estudos autodidata e 1 na Escola de Música de Brasília, e farei o vestibular para a UnB já neste semestre para Licenciatura com habilitação em Contra-baixo Elétrico.
Meu visual mudou muito também, antes eu tinha cabelo curto, usava aparelho e óculos e nem barba tinha hoje estou pelo avesso, escutava só rock, não sabia nada além disso hoje conheço e toco vários estilos diferentes e ja não conssigo mais ouvir o framijerado rock, você pode me achar um chato por só gostar de Jazz e Bossa Nova mas talvez não estamos no mesmo patamar, talvez você seja eu há 4 anos atrás.
É claro que com isso veio pontos ruins, pois me afastei de amizades antigas e não tenho feitao muitas por agora a minha namorada, outra coisa em que mudei (namoro há 3 anos), é uma das poucas amigas com quem posso contar. Me tornei uma pessoa estranha, não vejo graça em futebol, tv, bebedeira, fofoca, conversa fiada, me tornei mais fechado e isso me prejudicou um pouco!?!
Espero que daquí uns 4 anos volte aquí e não me reconheça novamente pois creio que a mudança é algo essencial para a vida.

A PARTE QUE ME FALTAVA




Levo seu olhar por onde quer que eu vá,
por toda a minha vida elas vão me guiar.

Me pego voando solto pelo ar,
por entre estrelas do sistema solar,
e nenhuma se compara a luz de teu olhar.

Sou voz é capaz de me enlouquecer,
um sussuro seu me faz estremecer.

Seu rosto remete a luz do luar,
seu lindo sorriso me faz delirar,
sou escravo do tempo por contigo sempre querer estar.

Você é a parte que me falta,
és tudo que eu precisava.

12 de agosto de 2009

Escola de música de Brasília

Depois de quase 1 ano tentando, finalmente consseguí entrar na Escola de Música de Brasília!
As aulas começaram semana passada e estou muito feliz por estar nessa escola tão magnífica, sei que terei de intensificar ainda mais meus estudos mas é isso mesmo que eu quero, estudar e ser um Músico Profissional pois de amadores Brasília ja esta cheia. Consseguí pular alguns níveis mas mesmo assim o tempo de estudo meu lá será longo, em torno de 6 anos, então mãos a obra!!!

13 de março de 2009

A estrada do sol



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O asfalto refletia os raios
tornando os olhos reféns,
de uma luz tão forte
que até quem não tem visão,
poderia percebê-la.

Peixuxa embalava a
trilha sonora dessa odisséia,
onde Raul era narrador.

E o sol a nível do chão
anunciava a lua,
que já estava por vir...

23 de setembro de 2008

As palavras



As palavras pairam sobre mim.
De noite me assaltam, me sequestram e me levam para o mundo das idéias,
aquele mesmo que Platão instituiu cidade obrigatória,
antes do sopro da vida.

Elas fazem de mim um instrumento.
As vezes disfarço, mas elas tiram meu sono...

Elas são como pássaros a voar,
por isso não adio e sigo-as sem exitar.

28 de novembro de 2007

Um lugar especial



As vezes me sinto só,
mesmo com o mundo em minha volta,
me sinto longe.

Me sinto um monge em retiro,
num estado metafísico.
Onde não existe o bem e o mal,
onde não há certo ou errado,
onde só existe amor e alegria, paz.

De onde eu não saíria jamais,
pelo contrário, levaria amigos e familiares,
para vivermos em fim em harmonia profunda...
Henrique Alencar

9 de outubro de 2007

A PARTE QUE ME FALTAVA



Levo seu olhar, por onde quer que eu vá.
Por toda minha vida, eles vão me guiar.
Sem você me sinto só,
Mesmo estando, na sala de estar.

Seu rosto remete, a luz do luar.
Seu lindo sorriso, me faz delirar.
Sou escravo do tempo,
Por contigo, sempre querer estar.

Me pego parado, às vezes, á pensar.
Como é bom estar contigo, como é bom te amar.
Todo dia eu agradeço,
Por contigo, poder contar.

Me desperto voando, solto pelo ar.
Por entre estrelas, do sistema solar.
Mas nenhuma se compara,
A luz, do seu olhar.

Sua voz é capaz, de me enlouquecer.
Um sussurro seu, me faz estremecer.
Você é minha vida,
Você me induz, á viver.

Às vezes madrugo, até o amanhecer.
E a luz do luar, me faz lembrar você.
Eu andava tão mal,
Mas você me fez, renascer.

A lua cheia, me faz, retroceder.
Ao tempo que eu conheci você.
É a melhor lembrança,
Que alguém, pode ter.

O inverno chegou, sem eu nem, perceber.
Porque nas noites de frio, você vem, me aquecer.
Mesmo que seja em pensamento,
Até consigo te ver.

Você é a parte que me faltava,
Você é tudo que eu precisava!
Henrique Alencar

14 de setembro de 2007

MINHA VIDA





Gosto de brincar de descobrir seu cheiro.
Amo seu jeito, doce e sincero.
Quero sua cabeça junto ao meu travesseiro.
Mas há quem não entenda, por isso espero.

Adoro quando buscas meus pontos fracos.
Quando diz “te quero”.
Admiro todos os seus atos.
E por isso te venero.

Adoro quando sussurras em meu ouvido.
Quando diz “te gosto”.
Quero ser teu eterno amigo.
Quero perpetuar o amor nosso.

Por muito tempo andei, lado a lado com a solidão.
E a minha sombra, foi a única a me estender a mão.
Andei por lugares escuros, onde a própria luz renunciara.
Piores que muitos outros que algum profeta anunciara.

Mas agora meu coração habita novo endereço.
E o teu sorriso me fez renascer.
O que você fez por mim não tem preço.
Você é o que me induz a viver.


Henrique Alencar

27 de julho de 2007

NÃO SOU POETA!

Não sou poeta,
Na verdade, nunca quis ser.
Apenas pelo que passo,
Procuro para o papel transcrever.

Pouco me importam as métricas,
Que não acompanham o meu coração.
Pouco me importam os céticos,
Que só dão ouvido a razão.

Meus pensamentos não seguem retas,
Voam como um avião.
Por isso não me imponham limites,
Não me coloquem numa bolha de sabão!




Henrique Alencar

18 de julho de 2007

JANELAS VISCERAIS


Meu ambiente tem janelas, janelas flutuantes.
Que podem ser estáticas, ou então deslizantes.

Com paisagens sublimes, e vistas surreais.
Com coisas tão incríveis, que até parecem reais.

Mas no fundo, no fundo, é tudo zero ou um.
Será o que parece, ou algo sem nexo algum.

Mas a situação mudou, a imagem congelou.
E você se quer notou, que sua vida assim parou.

E assim como essa vista, que permanece congelada.
Sua vida continua, mas ao mesmo tempo, permanece parada.


Henrique Alencar
Jean Ferreira

8 de julho de 2007

MEUS FINS DE SEMANA!


De repente,
meus fins de semana se tornaram inesquecíveis.
Só de chegar à sexta, a euforia me consome.

A semana não passa,
mas no fim de semana, tudo acelera,
e ao fim, a ansiedade volta pelo próximo.

E tudo isso, por que vivo,
um momento inédito em minha vida,
e tudo isso, graças a você, minha doce querida.
Henrique Alencar

6 de julho de 2007

?!?



Saudade


Tempo


Receio


Amor


Vontade


Necessidade


Paixão


Azul
Você


Vida
Por quê?


2ª PP
Sorte
Henrique Alencar

2 de julho de 2007

ÀS VEZES TENHO MEDO


Quando o brilho em teus olhos apagar, você tentará relevar?
Quando o amor acabar, ainda sim, tentará continuar?
Quando o ar, não mais denso estar, terá graça respirar?
Quando a rosa não mais brotar, a roseira ainda irá regar?
Quando o sonho se realizar, ainda sim, desejará continuar?

Carente eu sou, de demonstrações de amor.
Não me procure, se não me suportas.

Não feche as janelas, se aberta deixas as portas!

Sentimental eu sou, ao ponto de me apaixonar.
Não me deseje, se amor não puder me dar.

Por que entras em minha casa, se nada queres levar?


Henrique Alencar

29 de junho de 2007

À MINHA GAROTA LOUCA!



Quando vou lhe encontrar,

sinto uma ansiedade sem fim.
Penso tanto em você,
que chego a esquecer de mim.


O nervosismo me consome,
como se fosse a primeira vez.
Só de lembrar o teu nome,
já me bate a timidez.


O coração bate descompassado,
como se fosse a última vez.
O mundo parece estar parado,
numa sensação de embriaguez.


Mas logo a vejo,
e teu sorriso me tranqüiliza.
A alegria nos consome,
e o sonho se realiza.



Henrique Alencar

24 de junho de 2007

Você


De repente a dor
De esperar terminou
E o amor veio enfim
Eu que sempre sonhei
Mas não acreditei
Muito em mim

Vi o tempo passar
O inverno chegar
Outra vez mas desta vez
Todo pranto sumiu
Um encanto surgiu
Meu amor

Você
É mais do que sei
É mais que pensei
É mais que esperava, baby

Você
É algo assim
É tudo pra mim
É como eu sonhava, baby

Sou feliz agora
Não não vá embora não
Não não não não não

Não não vá embora
Vou morrer de saudade


Tim Maia

15 de junho de 2007

Com os amigos não temos limites!


Retido moço de poucas palavras
Palavras ditas, nunca ouvidas de fato
Mas profundamente sentidas pelo que escreve
Escreve como fera indomável
Imponente gigante aglutinado
Atrás do escudo óculos
Protetores de um rosto jovial
Cerca a mente brilhante
Máquina que trabalha positivamente
Sem cessar, produzindo palavras
Construtivas
Alcança o intocável
Distante se faz presente
Conversa sem saber o que dizer
E sem sentir deixa as palavras caírem
Montando um divertido diálogo
Conversa sem voz
Mas é capaz de gritar e ser ouvido
Abraça o mundo devagarzinho
Como quem não quer nada
Sonha e ri
Ri
Ri como ninguém
Ri só como Rick.


Escrito por ELLEN PETERSEN, sobre mim ...

Ela conseguiu me descrever como ninguém, e eu humildemente endosso suas palavras a meu próprio respeito, e tenho certeza, que nem mesmo eu conseguiria tamanho feito !!!

Obrigado Ellen.

14 de junho de 2007

FELICIDADE SORTE, VERDADE MORTE

A inalcançável felicidade, é o que nos faz pulsar.
E uma vida melhor, a cada dia buscar.

A indecifrável verdade, é o que nos faz buscar.
Respostas nas páginas de um livro, nas palavras de alguém a falar.

A implacável morte, é o que nos faz pensar.
No sentido da vida, e no por que de sonhar.

A agradável sorte, é o que nos faz sonhar
E as vezes, mesmo com receio, no acaso apostar.

Henrique Alencar

ROSE


A conheci,
num momento confuso e agitado.
Mas seu jeito meigo e doce,
me deixou aliviado.

Meiga e doce,
são só alguns dos seus predicados.
Inteligente, sagaz, simpática,
também devem ser citados.

Estou feliz novamente,
graças a você!
Agora me responda,
quando podemos nos ver?


Henrique Alencar

9 de junho de 2007

ELLEN PETERSEN



Você brotou em minha vida, não me lembro qual o dia.

Mas sei que após isso, meus dias foram de constantes alegrias.


Você mal se apresentou, e me encheu de perguntas.

E eu meio perdido, dei respostas confusas.


Logo depois eu entendi, o seu jeito louco de ser.

Alegre, extrovertida, de bem, o que hoje é difícil de ver.


Compartilhou de suas idéias, me mostrou suas poesias.

Que de tão sãs e belas, desejei serem minhas.


Mostrou-me uma foto, na qual estava com um cão.

O seu ilustre mascote, o simpático Sansão.


Em outra mostra um sorriso, seu cartão de visita.

Daqueles, de quem parece estar fazendo fita.


Quisera eu, ter essa maneira repentista de encarar a vida.

Sem precisar de um rumo, sem precisar de pista.


Quisera eu, ter papel pra escrever tantas qualidades.

Vou ficando por aqui, e desejando muitas felicidades!



Henrique Alencar, para a amiga Ellen Petersen.